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Aniversário de 1 ano.

Exactamente hoje, há exactamente um ano, estava eu exactamente neste sítio, nesta exacta casa a criar este blog.

Como disse no princípio, criei-o para escrever quando me apetecesse todos os macaquinhos que tinha (ainda tenho na cabeça). Lembro-me perfeitamente da noite em que o fiz. Estava triste, muito- queria a toda a força tirar a minha cabeça de tudo e simplesmente ter um espaço para poder dizer todas as minhas frustrações, alegrias, euforias, disforias, etc.

Desde então tentei postar um bocadinho de tudo, e até esquecer-me um bocado do blog.. (mas hey, que blog é que não é esquecido?) Continuo com coisas para dizer, sem me interessar se alguém as vê ou não. Aliás, prefiro que não o façam. 

Acho que esta altura do ano é sempre complicada para mim. Apesar de ser a maior fã assumida do Verão e super feliz nele, as circunstancias levam sempre a que se passe algo a meio da estação que me dá esta necessidade de desabafar ou simplesmente let it all out.

 

Desde o ano passado, acho que cresci em imensos níveis. Já não estou tão triste por aquilo que estava antes. Tenho com que sorrir agora, felizmente. Pode soar horrível, eu dizer isto, mas sei que mereço toda a felicidade, e sorrisos, e risos, e beijos e abraços que estou a receber agora. Percalços há sempre, claro, mas são problemas criados do ar e à pressão que passados uns dias se revolvem… O problema é serem tão recorrentes.

 

Enfim.

 

Parabéns blogs, parabéns eu. 🙂

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Posso-me estar a tornar um pouco repetitiva, mas que saudades do Verão

Imagem

 

@ Milhões de Festa

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Tabu (2012)

Capturar

Um filme de Miguel Gomes. Um filme português. Um filme absolutamente espectacular e impressionante.

Vi o filme ontem e ainda estou ~uau~ com aquilo que vi. Tinha muitas expectativas, o hype era enorme. E ontem finalmente pude ver o filme não só confirmar o hype como aumentá-lo.  Oh meu deus.

O filme está dividido em 2 partes: o Paraíso Perdido e o Paraíso. Uma em Lisboa. Outra no Monte Tabu, em África. A decadência. A paixão. A fala. O silêncio. Os informados. Os alheados.

Toda uma série de contradições que culmina na história do amor entre Aurora e Gianluca por entre o sonho colonial e o crocodilo Dandi. A África idealizada, a África da savana e das tribos indígenas em contraste com o paixão exacerbada dos amantes e o amor por um animal de estimação bizarro, um crocodilo, que acaba por ser o representante de todo o filme.

Recomendo-o vivamente. Para aqueles que gostam de cinema e para aqueles que querem gostar.

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Christmas Tree 2012

Christmas Tree 2012

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by | Dezembro 11, 2012 · 12:29 am

The Perks of Being a Wallflower (2012)

Sabem aquele filme que uma pessoa pensa logo, “pronto, mais um filme para teenagers, com clichés, atrás de clichés”. Sabem?

Este é o contrário. Este filme é perfeito. Este filme é daquilo que se precisava.

“There’s so much pain. And I don’t know how not to notice it.”

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The Master (2012)

Na última sexta fui ao Lisboa e Estoril Film Fest ver o The Master, o filme que toda a gente parece querer ver. Aqui ficam algumas palavras sobre o que eu achei do filme. Foram inicialmente para o MUBI, daí estarem em inglês:

“Unnerving film from start to finish, just as Paul Thomas Anderson already accustomed us. Divine cinematography and music. Despite the wonderful performances of Joaquim Phoenix and Seymour-Hoffman the film seems to leave an unsatisfaying result within the viewer. Unforgetable, that’s for sure.”

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